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Fitch Atribui Rating 'AA-(bra)' à Proposta de 8ª Emissão de Debêntures da Copel 17/05/2019


A Fitch Ratings atribuiu, hoje, Rating Nacional de Longo Prazo 'AA-(bra)' (AA menos (bra)) à proposta de oitava emissão de debêntures da Companhia Paranaense de Energia (Copel), no montante de BRL500 milhões, com vencimento final em 2022. Os recursos da emissão, da espécie quirografária, que será realizada em série única, serão destinados para reforçar a estrutura de caixa e realizar uma oferta de resgate antecipado da sexta emissão de debêntures da empresa.

A Fitch classifica a Copel e suas subsidiárias Copel Geração e Transmissão (Copel GeT), Copel Distribuição S.A. (Copel Distribuição) e Copel Telecomunicações S.A. (Copel Telecom) com Rating Nacional de Longo Prazo 'AA-(bra)' (AA menos (bra)), com Perspectiva Estável. A relação completa dos ratings do grupo Copel encontra-se ao final deste comunicado.

Os ratings da Copel e de suas subsidiárias se apoiam na robusta geração de fluxo de caixa das operações (CFFO) e na satisfatória flexibilidade financeira do grupo, com expectativa de significativa redução de investimentos e incremento da geração de caixa proveniente da entrada em operação de importantes projetos de geração e transmissão de energia a partir de 2019. Pelas projeções da agência, que segue critérios próprios, a relação dívida líquida ajustada/EBITDA ajustado migrará gradualmente para patamares mais conservadores e adequados à atual classificação das empresas. O grupo segue com o desafio de fortalecer sua liquidez e o perfil de sua dívida, principalmente na holding.

A análise reflete, ainda, a atuação do grupo como empresa integrada de energia, com importantes ativos de geração, transmissão e distribuição. A Fitch avalia o perfil de crédito da Copel em bases consolidadas, contemplando a existência de cláusulas de cross default em algumas dívidas das empresas do grupo, e considera, principalmente, o risco de crédito de suas duas principais subsidiárias: Copel Distribuição e Copel GeT. A diversidade de segmentos e de ativos beneficia a companhia, pois mitiga riscos operacionais e a maior volatilidade existente no fluxo de caixa do segmento de distribuição. Para a agência, o segmento de transmissão, que é o de menor risco no setor elétrico, possui elevada previsibilidade de fluxo de caixa, enquanto o de geração hidrelétrica se caracteriza por apresentar baixo risco de negócios em cenários hidrológicos satisfatórios.

Os ratings da Copel consideram o risco político, decorrente de seu controle acionário público. A análise da Fitch contempla, ainda, o risco regulatório moderado do setor de energia brasileiro e uma exposição ao risco hidrológico, inerente ao setor, acima da média histórica, o que atualmente prejudica o fluxo de caixa consolidado e o perfil financeiro do grupo.

PRINCIPAIS FUNDAMENTOS DOS RATINGS

Perfil de Negócios Favorável: O perfil de crédito do grupo Copel se beneficia da diversificação e da relevância de seus ativos em operação no setor elétrico brasileiro. Esta diversificação é positiva para diluir os riscos existentes no segmento de distribuição — o principal do grupo, em termos de receita consolidada (cerca de 65%) —, que apresenta certa volatilidade de consumo e está exposto a revisões tarifárias periódicas, que podem afetar a geração de caixa operacional. Neste segmento, a Fitch considera positivo o fato de os custos não gerenciáveis serem integralmente repassados à tarifa — no caso da compra de energia, este repasse é feito até 105% da demanda —, embora fortes flutuações de custos entre os reajustes tarifários possam pressionar o caixa das distribuidoras.

A capacidade instalada de geração de energia em operação do grupo, de 6.007 MW, oriundos de uma carteira diversificada de ativos hidrelétricos, térmicos e eólicos, também é expressiva e deve aumentar para 6.134 MW até o final de 2019, após concluídos os projetos em construção. O segmento de transmissão, apesar de menos representativo, contribui para a robusta geração operacional de caixa consolidada e deve aumentar sua participação nos resultados consolidados após a entrada em operação de três ativos que se encontram em fase de construção — dos quais dois deverão estar operacionais ainda em 2019.

Redução de Investimentos Beneficia Fluxo de Caixa: A Copel deve registrar fluxo de caixa livre (FCF) consolidado em torno de BRL650 milhões em 2019 e de, em média, BRL950 milhões em 2020 e 2021. Nos últimos cinco anos, o FCF foi negativo. Esta reversão será possível em virtude da redução dos investimentos médios anuais para cerca de BRL1,4 bilhão, de 2019 a 2021, e do fortalecimento do CFFO. A expectativa é que o FCF se beneficie de melhores resultados no segmento de distribuição, a partir de avanços na gestão de custos gerenciáveis e do crescimento de mercado na área de concessão, estimado pela Fitch em 2,1% em 2019 e em 2,7% em 2020. Além disso, novos projetos devem entrar em operação no período, contribuindo para o FCF.

A Fitch espera que a recomposição de caixa da Copel Distribuição, relativa a custos com compra de energia não incorporados à tarifa da distribuidora ao longo de 2018, que ao final do ano totalizavam BRL582 milhões, também beneficiem o fluxo de caixa consolidado ao longo de 2019 e 2020. No primeiro trimestre de 2019, esta entrada de caixa totalizou BRL70 milhões, com redução do saldo a receber para BRL513 milhões. A agência estima EBITDAs consolidados de BRL3,2 bilhões em 2019 e de BRL3,3 bilhões em 2020.

Expectativa de Redução da Alavancagem: A Fitch acredita que a Copel migrará sua relação dívida líquida ajustada/EBITDA ajustado para patamares moderados (inferiores a 3,5 vezes) a partir de 2019. Ao final do período de 12 meses encerrado em março de 2019, as relações dívida total ajustada/EBITDA ajustado (3,9 vezes) e dívida líquida ajustada/EBITDA ajustado (3,2 vezes) já apresentavam evolução frente às 4,3 vezes e 3,6 vezes, respectivamente, apuradas ao final de 2018. No caso da holding, a dívida total, de BRL2,3 bilhões, correspondia a 3,7 vezes os dividendos recebidos no mesmo período, de BRL628 milhões.

Desempenho da Copel Distribuição em Evolução: A Copel vem mostrando avanços no desafio de aprimorar seu desempenho no segmento de distribuição de energia. Sua distribuidora ainda precisa atingir índices de eficiência operacional e de rentabilidade superiores aos apresentados nos últimos anos, a fim de se aproximar dos parâmetros regulatórios. No período de 12 meses encerrado em março de 2019, o EBITDA (BRL998 milhões, correspondente a 30% do EBITDA consolidado) era 6% inferior ao EBITDA regulatório, de aproximadamente BRL1,1 bilhão. Este gap era de 24% ao final de 2018.

A Fitch estima fortalecimento na geração operacional de caixa da Copel Distribuição nos próximos anos, em decorrência do crescimento do consumo de energia em sua área de concessão e da redução de custos gerenciáveis, que devem capturar, em 2019, economias anuais de cerca de BRL160 milhões, provenientes de um menor quadro de pessoal, decorrente do Programa de Demissão Incentivada (PDI) da empresa. A agência também espera que a distribuidora administre seus contratos de compra de energia dentro do limite de 105% da demanda, para que todos estes custos estejam incorporados à sua tarifa.

Ratings Sustentados Pela Copel GeT: A Copel GeT continua sendo a forte geradora de caixa e um pilar importante para o baixo risco de crédito do grupo. No período de 12 meses encerrado em março de 2019, a empresa representava 59% do EBITDA consolidado. Os resultados dos segmentos de geração e, principalmente, de transmissão de energia geralmente são mais previsíveis que os de distribuição. No caso da geração, a energia assegurada das usinas operacionais é, em grande parte, comercializada com grandes clientes industriais no mercado livre, por meio de contratos de longo prazo. Já a receita do segmento de transmissão se baseia na disponibilidade de seus ativos, e não há risco volumétrico. A entrada em operação de 718 MW no segmento de geração e de 950 quilômetros de linhas de transmissão em 2018 e 2019 fortalecerá o EBITDA da companhia, que deve atingir patamares próximos a BRL2,0 bilhões, a partir de 2019.

Risco Hidrológico Gerenciável: A Fitch estima que a manutenção do Generation Scaling Factor (GSF) abaixo de 1,0 vez, em média, nos próximos anos tenha impacto reduzido na geração de caixa do grupo. A Copel GeT aderiu à repactuação do risco hidrológico apenas em seus contratos de venda de energia no mercado regulado e possui em torno de 18% de sua energia disponível descontratada em 2019, o que lhe confere margem para administrar GSFs de até 0,82 vez sem impactos relevantes. Para 2020, a companhia possui mais volume descontratado. Apesar da potencial perda de previsibilidade na geração de caixa do grupo, com a ausência de contratos de longo prazo para importante parcela de sua capacidade disponível, a Fitch considera prudente a manutenção de saldo descontratado para a prevenção de cenários hidrológicos mais desfavoráveis, com a energia excedente passível de comercialização em contratos de curta duração. As premissas da Fitch para o GSF em 2019 e 2020 são de 0,82 e de 0,85, respectivamente.

Setor Estratégico Para o País: Na análise da Fitch, o perfil de crédito dos agentes do setor elétrico brasileiro se beneficia da importância estratégica do setor para o crescimento econômico do país e para fomentar novos investimentos. O Governo Federal tem atuado, ao longo dos anos, para contornar problemas sistêmicos que impactam o fluxo de caixa das empresas e tem pautado discussões para aprimorar o já testado marco regulatório, no sentido de reduzir o risco do setor.

RESUMO DA ANÁLISE

Em relação a grupos do setor de energia com controle estatal classificados pela Fitch, a agência considera o fato de que o forte perfil financeiro da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. (Celesc, Rating Nacional de Longo Prazo 'AA(bra)', Perspectiva Estável), caracterizado por liquidez e alavancagem financeira conservadoras, aliado a um plano de investimentos menos intenso, justifica a classificação um grau acima do da Copel, apesar de a companhia paranaense possuir melhor perfil de negócios, com menor exposição ao segmento de distribuição nos resultados consolidados.

Já em relação à Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig, Rating Nacional de Longo Prazo 'A-(bra)' (A menos (bra), Perspectiva Positiva), que possui perfil de negócios semelhante ao da Copel, com maior relevância do segmento de geração nos resultados consolidados, a alavancagem relativamente mais elevada e a menor flexibilidade financeira da Cemig explicam a grande diferença entre as classificações das companhias.

Em comparação a grupos classificados pela Fitch com atuação relevante em diversos segmentos do setor de energia, a agência considera o fato de que a Copel apresenta menor eficiência operacional e perfil de liquidez mais fraco em relação à CPFL Energia S.A. (CPFL Energia, Rating Nacional de Longo Prazo 'AAA(bra)', Perspectiva Estável), além de não contar com o mesmo potencial suporte do acionista controlador.

PRINCIPAIS PREMISSAS

As principais premissas do cenário de rating da Fitch para a Copel incluem:

-- Crescimento médio de 2,6% no consumo de energia na área de concessão da Copel Distribuição de 2019 a 2022;
-- Despesas gerenciáveis ajustadas pela inflação;
-- Preço médio de venda de energia de BRL184/MWh na Copel GeT, de 2019 a 2022;
-- Média de investimentos anuais de BRL1,6 bilhão, de 2019 a 2021, no âmbito consolidado da Copel;
-- Distribuição de dividendos equivalente a 25% do lucro líquido consolidado;
-- Ausência de novas aquisições e novos empreendimentos, além dos já em fase de construção.

SENSIBILIDADE DOS RATINGS

Desenvolvimentos que podem, individual ou coletivamente, levar a uma ação de rating positiva incluem:
-- Manutenção do indicador de cobertura da dívida, medido por caixa e aplicações financeiras/dívida de curto prazo, em patamar acima de 1,0 vez, em bases recorrentes;
-- Alavancagem líquida ajustada consolidada limitada a 3,0 vezes, de forma contínua.
Desenvolvimentos que podem, individual ou coletivamente, levar a uma ação de rating negativa incluem:
-- Alavancagem líquida ajustada consolidada acima de 4,0 vezes de forma contínua;
-- Manutenção do índice de cobertura da dívida, medido por caixa e aplicações financeiras/dívida de curto prazo, em patamar inferior a 0,5 vez, em bases recorrentes;
-- Frustração da expectativa de redução dos investimentos a partir de 2019;
-- Percepção, pela Fitch, de redução na flexibilidade de acesso da Copel ao mercado de refinanciamento de dívidas.

LIQUIDEZ

Necessidade de Melhora da Liquidez: O grupo Copel necessita fortalecer seu perfil de liquidez, sobretudo no que se refere à atual concentração de dívida de curto prazo na holding, de forma a torná-lo condizente com o rating atual. A posição de liquidez da controladora, de BRL343 milhões ao final de março de 2019, correspondia a 0,2 vez a dívida de curto prazo, de BRL1,5 bilhão. A Fitch não acredita em fortalecimento significativo do recebimento de dividendos pela holding e espera que a melhora venha do refinanciamento da dívida de curto prazo, por meio de operações de longo prazo -a proposta de oitava emissão de debêntures da Copel, por exemplo, tem esta finalidade - e da devolução de mútuos direcionados a projetos. Como atenuante, o grupo tem comprovado acesso ao mercado de capitais, o qual será importante para financiar os investimentos programados e gerenciar a dívida a vencer.

Em bases consolidadas, a Copel apresentava posição de caixa e aplicações financeiras de BRL2,1 bilhões e dívida total ajustada de BRL13,1 bilhões ao final de março de 2019, que incluía BRL1,8 bilhão em garantias prestadas a empresas não consolidadas. Seu indicador de cobertura da dívida de curto prazo, de BRL3,6 bilhões, estava modesto, em 0,6 vez. A proposta de oitava emissão de debêntures da Copel, de BRL500 milhões, com previsão de liquidação em junho de 2019, melhorará o perfil da dívida, uma vez que terá amortização única na data do vencimento, em 2022. Emissões de debêntures (BRL7,5 bilhões) e dívidas com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES, BRL2,3 bilhões) correspondem às principais fontes de financiamento da Copel e representavam em torno de 85% da dívida consolidada ajustada.

RELAÇÃO COMPLETA DAS AÇÕES DE RATINGS

A Fitch atribuiu o seguinte rating:

Copel:
-- Rating Nacional de Longo Prazo à proposta de oitava emissão de debêntures, no montante de BRL500 milhões, com vencimento em 2022, 'AA-(bra)' (AA menos (bra)).

Atualmente, a Fitch classifica a Copel e suas subsidiárias com os seguintes ratings:

Copel:
-- Rating Nacional de Longo Prazo 'AA-(bra)' (AA menos (bra));
-- Rating Nacional de Longo Prazo da sexta emissão de debêntures, no montante de BRL520 milhões, com vencimento em 2019, 'AA-(bra)' (AA menos (bra));
-- Rating Nacional de Longo Prazo da sétima emissão de debêntures, no montante de BRL600 milhões, com vencimento em 2021, 'AA-(bra)' (AA menos (bra)).

Copel Distribuição:
-- Rating Nacional de Longo Prazo 'AA-(bra)' (AA menos (bra));
-- Rating Nacional de Longo Prazo da segunda emissão de debêntures, no montante de BRL500 milhões, com vencimento em 2019, 'AA-(bra)' (AA menos (bra));
-- Rating Nacional de Longo Prazo da terceira emissão de debêntures, no montante de BRL500 milhões, com vencimento em 2022, 'AA-(bra)' (AA menos (bra));
-- Rating Nacional de Longo Prazo da quarta emissão de debêntures, no montante de BRL1,0 bilhão, com vencimento em 2023, 'AA-(bra)' (AA menos (bra)).

Copel GeT:
-- Rating Nacional de Longo Prazo 'AA-(bra)' (AA menos (bra));
-- Rating Nacional de Longo Prazo da primeira emissão de debêntures, no montante de BRL1,0 bilhão, com vencimento em 2020, 'AA-(bra)' (AA menos (bra));
-- Rating Nacional de Longo Prazo da segunda emissão de debêntures, no montante de BRL1,0 bilhão, com vencimento em 2019, 'AA-(bra)' (AA menos (bra));
-- Rating Nacional de Longo Prazo da terceira emissão de debêntures, no montante de BRL1,0 bilhão, com vencimento em 2022, 'AA-(bra)' (AA menos (bra));
-- Rating Nacional de Longo Prazo da quarta emissão de debêntures, no montante de BRL1,0 bilhão, com vencimento em 2023, 'AA-(bra)' (AA menos (bra));
-- Rating Nacional de Longo Prazo da quinta emissão de debêntures, no montante de BRL220 milhões, com vencimento em 2025, 'AA-(bra)' (AA menos (bra));
-- Rating Nacional de Curto Prazo da proposta de quinta emissão de notas promissórias, no montante de BRL650 milhões, com vencimento em outubro de 2019, 'F1+(bra)' (F1 mais (bra)).

Copel Telecom:
-- Rating Nacional de Longo Prazo 'AA-(bra)' (AA menos (bra));
-- Rating Nacional de Longo Prazo da primeira emissão de debêntures, no montante de BRL160 milhões, com vencimento em 2024, 'AA-(bra)' (AA menos (bra));
-- Rating Nacional de Longo Prazo da segunda emissão de debêntures, no montante de BRL220 milhões, com vencimento em 2022, 'AA-(bra)' (AA menos (bra)).

A Perspectiva dos ratings corporativos é Estável.



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