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Fitch Atribui Rating 'AAA(bra)' à Proposta de 2ª Emissão de Debêntures da Aliança 03/06/2019


A Fitch Ratings atribuiu Rating Nacional de Longo Prazo 'AAA(bra)' à proposta de segunda emissão de debêntures da Aliança Geração de Energia S.A. (Aliança). A emissão terá garantia real, totalizará BRL77 milhões e será realizada em série única, com prazo final de vencimento de dez anos e seis meses. Os recursos serão utilizados exclusivamente para reembolsar gastos, despesas ou dívidas direta ou indiretamente relacionados à implantação do Parque Eólico Santo Inácio (EOL Santo Inácio). A Fitch classifica a Aliança com Rating Nacional de Longo Prazo 'AAA(bra)', com Perspectiva Estável. A relação completa dos ratings se encontra ao final deste comunicado.

Os ratings da Aliança refletem seu forte perfil de negócios no segmento de geração de energia elétrica, bem como fluxos de caixa das operações (CFFOs) robustos e relativamente estáveis, margens elevadas, fluxos de caixa livre (FCFs) positivos e baixa necessidade de investimentos em manutenção. A estrutura de capital desalavancada e as sólidas reservas de caixa fortalecem ainda mais o perfil de crédito da empresa.

O rating contempla, ainda, o moderado risco regulatório do setor elétrico brasileiro e o risco hidrológico inerente ao negócio, que reflete os níveis dos reservatórios das hidrelétricas brasileiras, atualmente abaixo da média histórica. O menor volume dos reservatórios e o aumento da geração de energia proveniente de parques eólicos têm feito com que o Generating Scale Factor (GSF) anual fique constantemente abaixo de 1,0 vez, impondo maiores desafios ao gerenciamento do portfólio de contratos de compra de energia da Aliança — o que pode gerar alguma instabilidade no fluxo de caixa da empresa.

A Perspectiva Estável do rating corporativo considera a visão da Fitch de que a Aliança tem condições de preservar indicadores de crédito fortes, mesmo em cenários hidrológicos desfavoráveis, conforme esperado pela agência para os próximos anos. A empresa não possui projetos em fase de implantação, mas a Fitch acredita que novos investimentos e/ou aquisições de ativos podem ocorrer e, dependendo do porte e da estrutura de financiamento, pressionariam o rating, ainda que este incorpore a possibilidade de aumento da alavancagem sem alteração significativa dos fundamentos do crédito.

PRINCIPAIS FUNDAMENTOS DOS RATINGS

Baixo a Moderado Risco de Negócio: A Aliança se beneficia de sua diversificada base de ativos de geração de energia, que apresenta elevada previsibilidade de receitas e dilui riscos operacionais. A companhia não possui risco de demanda, tampouco de preços. Toda a energia assegurada está vendida em contratos de longo prazo, vigentes até o final dos respectivos prazos de concessão de suas usinas (todas com vencimento após 2027), com preços reajustados anualmente pela inflação. A energia foi comercializada nos ambientes de contratação livre (78%) e regulado (22%), sendo que a parcela do ambiente livre se refere a contratos de venda com os dois controladores, Vale S.A. (Vale, Rating Nacional de Longo Prazo 'AAA(bra)', Observação Negativa) e Cemig Geração e Transmissão S.A. (Cemig GT, 'A-(bra)' (A menos (bra)), Perspectiva Positiva).

A concentração de cerca de 69% da receita da Aliança em seu principal acionista, a Vale, é um risco que, no entender da Fitch, é mitigado por alguns fatores-chaves: o robusto perfil financeiro dessa contraparte; a importância da energia na cadeia de produção da mineradora; e o baixo risco para colocação da energia existente em outros agentes, considerando o reduzido custo de energia da Aliança e as expectativas de
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descasamento mínimo entre oferta e demanda no mercado brasileiro nos próximos anos. O grupo Cemig também participa do bloco de controle e responde por aproximadamente 15% do faturamento da Aliança. Seu perfil de crédito mais fraco é contrabalançado pela importância estratégica da Aliança - ativo apontado como veículo de crescimento da Cemig no segmento de geração - e da energia adquirida para o grupo, considerada uma obrigação sênior. Mesmo quando testado em um cenário que exclui a receita e o EBITDA provenientes da Cemig, os indicadores de crédito da Aliança se mostraram fortes, tendo como base seus indicadores atuais.

Forte Geração de Caixa: Pelas projeções da Fitch, a Aliança reportará EBITDA de BRL534 milhões em 2019 e BRL625 milhões em 2020. O maior crescimento esperado deste indicador em 2020 se baseia na expectativa de GSF médio inferior ao esperado para 2019, além de projeção de preços de compra de energia mais baixos. A agência também estima que a companhia registrará CFFO de BRL398 milhões em 2019 e de BRL465 milhões em 2020. Com o fim dos investimentos na construção do EOL Santo Inácio, o FCF da companhia subiu, em 2018, para BRL227 milhões, de BRL150 milhões no ano anterior. A expectativa da Fitch é que o FCF atinja BRL177 milhões em 2019 e BRL220 milhões no ano seguinte — já incorporando uma distribuição de dividendos superior a BRL200 milhões a partir de 2019. No período de 12 meses encerrado em março de 2019, a empresa reportou receita líquida de BRL1,0 bilhão e EBITDA de BRL529 milhões, com margem de 51%, sendo o CFFO de BRL422 milhões e o FCF de BRL308 milhões.

Alavancagem Dependerá do Crescimento: As projeções da Fitch, com base no atual portfólio da companhia, indicam alavancagem bruta inferior a 0,8 vez e dívida líquida negativa para os próximos anos. A concretização desta alavancagem depende de decisões estratégicas de crescimento da Aliança nos próximos anos. Na opinião da agência, a companhia continuará buscando ativos de geração de energia para fortalecer e diversificar seu portfólio. A robustez de seus demonstrativos financeiros indica que novos investimentos e/ou aquisições podem ser absorvidos, sem que sua qualidade de crédito seja afetada significativamente. A Fitch acredita que a força dos negócios da empresa a torna capaz de suportar uma alavancagem financeira líquida, medida por dívida líquida/EBITDA, de até 3,0 vezes, sem impacto negativo na atual classificação — desde que não haja concentração de vencimentos no curto prazo e que a previsibilidade do CFFO seja preservada com as potenciais novas aquisições. No período de 12 meses encerrado em março de 2019, o índice dívida total/EBITDA era de 0,8 vez, e a Aliança não apresentava dívida líquida.

Risco Hidrológico Moderado: A Fitch acredita que a companhia possui moderada exposição a risco hidrológico, já que conta com proteção parcial apenas para a parcela de energia vendida no ambiente regulado. A empresa está exposta a compras de energia de terceiros em caso de GSFs abaixo de 1,0 vez — índice associado, em geral, a cenários hidrológicos desfavoráveis, como o verificado nos últimos anos (GSF médio de 0,84 vez em 2018 e 0,82 em 2017). A agência não espera que o GSF retorne a patamares acima de 0,9 vez nos próximos anos, tendo sido utilizado o índice de 0,82 vez no cenário-base para 2019 e de 0,85 vez para os anos seguintes.

A fim de manter a rentabilidade dos negócios nestes cenários, a Aliança precisa ser eficiente na compra de energia, adquirindo-a a preços adequados e inferiores ao preço de sua energia vendida. Também necessita ser bem-sucedida na estratégia de alocação de sua geração de energia e de compra desta ao longo do ano. No entender da Fitch, a política comercial da companhia, de sustentar sua exposição ao risco hidrológico com compra de energia em contratos de prazos curtos, de cerca de um ano, torna-a parcialmente sujeita à volatilidade do mercado de curto prazo (PLD), ainda que a compra de energia em contratos bilaterais, com preços não diretamente referenciados ao PLD, seja priorizada. Com base em um GSF médio de 0,85 vez, a exposição da Aliança a compra de energia é de aproximadamente de 93 MW médios — ou 13% do total de sua energia vendida.

Posição Destacada no Segmento: A Aliança atua exclusivamente em geração de eletricidade no Brasil. No final de março de 2019, seu parque gerador tinha capacidade instalada de 1.257 MW, distribuída em participações em sete hidrelétricas — todas maduras e em operação comercial, com exceção da usina de Candonga, que está fora de operação por conta do rompimento da barragem de rejeitos da Vale, no município de Mariana (MG). Candonga deve ter sua operação normalizada em meados 2022. A EOL Santo
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Inácio, complexo eólico concluído em dezembro de 2017, também é uma exceção. Em comparação com os principais grupos privados do país, a Aliança é de médio porte. Ainda que em escala bastante inferior à dos dois principais grupos privados do segmento, a empresa está entre os dez maiores geradores privados do país.

Setor Estratégico Para o País: A Fitch considera o risco do setor brasileiro de energia de baixo a moderado. Na análise da agência, os perfis de crédito das companhias do setor se beneficiam de sua importância estratégica para sustentar a potencial expansão econômica do país e fomentar investimentos. O governo federal atua, historicamente, para contornar os problemas sistêmicos que impactam o fluxo de caixa das companhias e conduz discussões para aprimorar a atual estrutura regulatória, a fim de reduzir o risco do setor.

RESUMO DA ANÁLISE

A maior previsibilidade de receita e a ausência de investimentos relevantes compensam a exposição mais alta da Aliança ao risco hidrológico, bem como sua base de ativos, menos diversificada que a da Engie Brasil Energia S.A. (Engie Brasil, 'AAA(bra)'/Perspectiva Estável). Ambas atualmente operam apenas no segmento de geração de energia e possuem perfis financeiros conservadores, com a mesma classificação da Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. (Taesa), da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP) e da Alupar Investimentos S.A. (Alupar), que possuem atuação mais concentrada no segmento de transmissão de energia, cujo risco é inferior ao de geração. Em relação à Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. (Celesc, 'AA(bra)'/Perspectiva Estável), a maior eficiência operacional, os melhores indicadores de crédito e a ausência de risco político da Aliança justificam a classificação mais elevada.

PRINCIPAIS PREMISSAS

As principais premissas da Fitch no cenário de rating da Aliança incluem:

•Manutenção da venda de 100% da energia assegurada por meio de contratos de longo prazo; •Preços médios de venda de energia de BRL179/MWh em 2019 e BRL187/MWh em 2020; •Preços médios de compra de energia na faixa de BRL200/MWh a BRL240/MWh nos próximos anos; •GSF de 0,82 vez em 2019 e de 0,85 vez de 2020 a 2022; •Despesas operacionais ajustadas pela inflação; •Distribuição de dividendos equivalente a 100% do lucro líquido distribuível; •Ausência de aquisições e/ou novos investimentos.

SENSIBILIDADE DOS RATINGS

Desenvolvimentos que podem, individual ou coletivamente, levar a uma ação de rating positiva incluem: •Não aplicáveis, já que o rating está no patamar mais elevado. Desenvolvimentos que podem, individual ou coletivamente, levar a uma ação de rating negativa incluem: •Índice dívida líquida/EBITDA acima de 3,0 vezes; e •Investimentos em projetos e/ou aquisições que tragam riscos significativamente maiores do que os existentes no portfólio ou que possuam estruturas de financiamento mais fracas.

LIQUIDEZ

Robusto Perfil de Liquidez: O rating incorpora o fato de que a Aliança manterá indicadores de liquidez fortes nos próximos anos. Ao final de março de 2019, a companhia apresentava saldos de caixa e aplicações financeiras de BRL668 milhões, que cobriam 153% da dívida total. As projeções da Fitch indicam manutenção de saldos elevados nos anos seguintes. A agência também espera que, mesmo em caso de expansão das operações, a companhia preserve caixa suficiente para manter a cobertura de seus compromissos financeiros de curto prazo superior a 1,0 vez. O perfil de liquidez da Aliança também se beneficia da forte geração de FCF esperada para os anos seguintes. A empresa possui elevada bankability
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diante de um provável cenário de crescimento, com acesso a fontes de captação de prazos mais longos para o desenvolvimento de novos projetos, além de linhas bancárias e do mercado de capitais. O grupo não faz captações desde 2017, tendo reduzido a dívida bruta em BRL165 milhões de dezembro de 2017 a março de 2019, quando o saldo devedor ficou em BRL436 milhões.

RELAÇÃO COMPLETA DAS AÇÕES DE RATINGS

A Fitch realizou a seguinte ação de rating:

Aliança:

-- Rating Nacional de Longo Prazo da proposta de segunda emissão de debêntures, no montante de BRL77 milhões e vencimento em 2029, atribuído em 'AAA(bra)'.

A Fitch classifica a Aliança com o seguinte rating: -- Rating Nacional de Longo Prazo 'AAA(bra)'; Perspectiva Estável.


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