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A votação do aumento de capital da PDG Realty proposto pela Vinci Partners ficou para o dia 12 de julho. O motivo é que não houve quórum suficiente para que a decisão fosse tomada ontem na assembleia de acionistas.
Para que a votação de ontem tivesse sido realizada, seria necessária a presença de dois terços dos acionistas da PDG. O total de presentes correspondeu a 35%.
Já para a próxima assembleia, não será necessário quórum mínimo. A votação será definida por maioria simples, ou seja, de 50% mais um voto dos presentes.
A proposta da Vinci prevê aumento de capital de R$ 799,9 milhões e será realizado por meio de emissão privada de 199 milhões de bônus de subscrição. Cada bônus dará direito a uma nova ação e a uma debênture conversível em ação. A Vinci se compromete a subscrever 81,4% dos bônus, desde que consiga o mínimo de 54,8% do total, após a primeira rodada de sobras.
A negociação do direito de preferência dos acionistas que detiverem papéis da PDG no dia 13 de julho, na BM&F Bovespa, começa em 16 de julho e vai até 8 de agosto, caso a proposta de aumento de capital for aprovada.
Quem exercer o direito de preferência poderá subscrever os bônus em bolsa ou na Itaú Corretora de Títulos e Valores Mobiliários, podendo indicar intenção de participar na primeira rodada de sobras. A liquidação das posições será em 15 de agosto.
A proposta de aumento de capital da PDG foi feita pela Vinci no fim do mês de maio. A maior incorporadora do país poderá voltar a ter um controlador e fortalecer seu caixa, caso a proposta seja aprovada. O conselho de administração da incorporadora já aprovou a proposta de aumento de capital.
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