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Fitch Atribui Rating 'AAA(bra)' à Proposta de Emissão de Debêntures da CPFL Renováveis 14/05/2019


A Fitch Ratings atribuiu, hoje, o Rating Nacional de Longo Prazo 'AAA(bra)' à proposta de nona emissão de debêntures da CPFL Energias Renováveis S.A. (CPFL Renováveis), no montante de BRL838 milhões. A proposta de emissão de debêntures, da espécie quirografária, será realizada em duas séries, com vencimentos finais em 2022 para a primeira e em 2023 para a segunda. Os recursos serão utilizados para o resgate ou o pré-pagamento de outros empréstimos da companhia. A Fitch já classifica a CPFL Renováveis, bem como a sua controladora CPFL Energia S.A. (CPFL Energia) e algumas de suas subsidiárias, com o Rating Nacional de Longo Prazo 'AAA(bra)'/Perspectiva Estável. A relação completa dos ratings do grupo CPFL se encontra ao final deste comunicado.

O rating reflete a qualidade de crédito consolidada do grupo CPFL, que, por sua vez, se baseia em seus fortes vínculos legais, estratégicos e operacionais com seus controladores indiretos, a State Grid Corporation of China (SGCC, IDR (Issuer Default Rating - Rating de Inadimplência do Emissor) de Longo Prazo em Moeda Estrangeira 'A+' (A mais)/Perspectiva Estável) e a State Grid International Development Limited (SGID, IDR 'A'/Perspectiva Estável), de acordo com a Metodologia de Vínculo Entre Ratings de Controladoras e Subsidiárias da agência. A Perspectiva Estável dos ratings corporativos do grupo reflete a Perspectiva também Estável dos ratings dos acionistas controladores, a expectativa de manutenção dos fortes laços existentes entre o grupo CPFL e os controladores indiretos nos próximos anos e a visão da Fitch de que os ratings atuais da CPFL Energia e de suas subsidiárias suportariam rebaixamentos dos IDRs dos controladores em mais de um grau sem serem pressionados.

Em bases individuais, os ratings da CPFL Energia e de suas subsidiárias estariam em patamar semelhante ao atual. O robusto perfil de crédito do grupo se beneficia de sua sólida posição de mercado como um dos maiores grupos privados do setor elétrico brasileiro. Sua relevante base de ativos de distribuição e geração de energia elétrica contribui para a maior diversificação da adequada geração de caixa operacional e para a diluição de riscos operacionais, mais presentes no segmento de distribuição. Neste segmento, os resultados das concessionárias da CPFL Energia demonstram a elevada eficiência destas. No segmento de geração, os contratos de venda de energia da garantia física para 2019 e 2020 e o adequado gerenciamento do risco hidrológico nas usinas hidrelétricas resultam em baixa exposição financeira para o grupo.

A avaliação em bases individuais também incorpora a expectativa de que o grupo CPFL conseguirá gerar fluxo de caixa livre (FCF) positivo a partir de 2019, com alavancagem financeira líquida ajustada em patamares conservadores e limitados a 3,0 vezes. Ao mesmo tempo, considera o fato de que o moderado risco regulatório do setor elétrico brasileiro e o risco hidrológico atualmente acima da média histórica — devido ao baixo volume nos reservatórios das hidrelétricas — são gerenciáveis e neutros para os ratings.

PRINCIPAIS FUNDAMENTOS DOS RATINGS

Fortes Vínculos Com o Acionista Controlador: Os ratings das empresas do grupo CPFL, controlado pela SGID por meio de sua subsidiária integral State Grid Brazil Power (SGBP), consideram os fortes vínculos legais, estratégicos e operacionais entre as partes. No que se refere aos laços legais, a SGID controla indiretamente 94,75% da holding CPFL Energia. Além disso, as cláusulas de cross default existentes em
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dívidas de subsidiárias da SGID no mercado internacional, nas quais a empresa chinesa figura como garantidora, reforçam estes vínculos. Os termos destes instrumentos estabelecem que a inadimplência de qualquer subsidiária na qual a SGID possua participação direta ou indireta superior a 50% pode acelerar estas dívidas no mercado internacional. No que diz respeito aos laços estratégicos, o grupo CPFL é o maior ativo da SGID e deve responder por mais de 80% da receita e 60% do EBITDA consolidados da empresa chinesa em 2019. A CPFL Energia poderá representar, ainda, uma plataforma para investimentos do grupo na América Latina. A Fitch considera muito provável o suporte financeiro da SGID ou da SGCC para o grupo CPFL em caso de necessidade, seja por meio de aportes de recursos, mútuos ou garantias para dívidas.

Posição Destacada no Setor: O perfil de crédito do grupo CPFL se beneficia de sua destacada posição no setor elétrico brasileiro e da relevante base de ativos de distribuição e geração de energia elétrica, que contribuem para diversificar a adequada geração de caixa operacional e para diluir riscos operacionais, mais presentes no segmento de distribuição — principal negócio do grupo, responsável por cerca de 80% da receita líquida e 58% do EBITDA consolidados estimados pela Fitch para 2019. Neste segmento, a CPFL Energia faz parte de um dos três principais grupos do país, por meio de quatro concessionárias. A Fitch acredita que o grupo CPFL se beneficiará do crescimento do consumo de energia nas áreas onde detém concessão para distribuir energia. Pelas projeções da agência, a demanda no segmento de distribuição aumentará 2,5% em 2019, o que, combinado à manutenção do bom desempenho operacional do grupo, resultará em EBITDA de BRL3,1 bilhões para o segmento de distribuição em 2019 — superior ao somatório de BRL2,5 bilhões dos EBITDAs regulatórios definidos para as empresas no último ciclo de revisão tarifária.

Em geração, o grupo CPFL é o terceiro maior agente privado do país, com capacidade instalada de 3.272 MW — proporcional à sua participação nos ativos —, proveniente de suas várias usinas de geração convencional (2.159 MW) e renovável (1.112 MW). O segmento é um importante pilar para os ratings do grupo CPFL e representa cerca de 40% do EBITDA consolidado. Por meio das subsidiárias CPFL Geração e CPFL Renováveis, o grupo possui cerca de 95% de sua capacidade disponível vendida até 2022 -100% vendidos em 2019 e 99% vendidos em 2020 -, com preços satisfatórios e reajustados anualmente pela inflação, o que contribui para elevar a previsibilidade da receita, do EBITDA e do fluxo de caixa consolidados. As projeções da Fitch apontam para um EBITDA de BRL2,2 bilhões para este segmento em 2019, considerando um Generating Scale Factor (GSF) de 0,83 no ano e preço médio de venda BRL233/MWh de 2019 a 2022. O GSF abaixo de 1,0 é resultado da crise hídrica e prejudica os resultados de grande parte das usinas hidrelétricas.

Distribuidoras Devem Fortalecer FCF: O FCF consolidado do grupo CPFL deve ser positivo de 2019 a 2022, beneficiado pelos resultados favoráveis das revisões tarifárias de três distribuidoras do grupo, finalizadas no segundo trimestre de 2018. O processo adicionou BRL750 milhões ao EBITDA regulatório das distribuidoras - cerca de 15% do EBITDA consolidado do grupo anterior às revisões. Esta maior geração de caixa, associada ao crescimento de 2,5% da demada de energia nas áreas de concessão, e o retorno de cerca de BRL1,0 bilhão em ativos regulatórios durante o ano, devem impulsionar o fluxo de caixa das operações (CFFO) para BRL5,0 bilhões e o FCF para BRL2,5 bilhões. As projeções da Fitch consideram uma distribuição de dividendos anual correspondente a 25% do lucro líquido e um total de investimentos de BRL9,7 bilhões para o período 2019-2022, com BRL2,2 bilhões em 2019.

Redução Contínua da Alavancagem: A expectativa da Fitch é de que a alavancagem financeira líquida ajustada consolidada da CPFL Energia fique abaixo de 3,0 vezes a partir de 2019, beneficiada pelo fortelecimento do EBITDA e por FCFs positivos. Estas projeções assumem EBITDAs ajustados de BRL5,8 bilhões e BRL6,3 bilhões em 2019 e 2020, respectivamente, que contemplam o montante de cerca de BRL300 milhões em dividendos recebidos de empresas não consolidadas nos respectivos anos. Em 31 de março de 2019, as relações dívida total ajustada/EBITDA ajustado e dívida líquida ajustada/EBITDA ajustado eram de 3,8 vezes e de 3,2 vezes, respectivamente.

Exposição ao Risco Hidrológico é Gerenciável: A exposição do parque de geração do grupo CPFL ao risco hidrológico se limita a 12% da capacidade de suas usinas. O grupo possui seguros contra este risco nos
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contratos de venda de energia no ambiente regulado e, nos contratos de venda no mercado livre, o mitiga por meio de acordos com parceiros nas usinas onde não possui controle integral. Por meio destes contratos, disponibiliza sua capacidade de geração aos parceiros e elimina o risco de variação da capacidade de geração. Ainda assim, o grupo tem o desafio de mitigar o efeito do GSF nesta exposição, mediante contratos de compra de energia a preços compatíveis com os estabelecidos nos contratos de venda.

Setor Estratégico Para o País: Na análise da Fitch, o perfil de crédito dos agentes do setor elétrico brasileiro se beneficia de sua importância estratégica para sustentar o crescimento econômico do país e fomentar investimentos. O governo federal tem atuado para contornar problemas sistêmicos que impactam o fluxo de caixa das empresas e pautado discussões para aprimorar o atual marco regulatório, no sentido de reduzir o risco do setor. Historicamente, o consumo de energia no Brasil possui forte correlação com o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB).

RESUMO DA ANÁLISE

Para a Fitch, os fortes vínculos da CPFL Energia com o grupo State Grid compensam o maior risco de negócios da companhia — em decorrência de sua relevante participação no segmento de distribuição —, frente aos riscos de outras empresas do setor elétrico brasileiro com atividades em geração e transmissão de energia: Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. (Taesa), Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista S.A. (CTEEP), Engie Brasil Energia S.A. (Engie Brasil) e Aliança Geração de Energia S.A. Aliança Energia), todas classificadas com o Rating Nacional de Longo Prazo 'AAA(bra)'. A Fitch utiliza a mesma base de avaliação para a Enel Brasil S.A. (Enel Brasil, Rating Nacional de Longo Prazo 'AAA(bra)', Perspectiva Estável), cujo forte vínculo com o controlador, Enel Américas S.A. (Enel Américas, IDR 'BBB+' (BBB mais)/Perspectiva Estável), se sobrepõe ao perfil financeiro mais agressivo da companhia em comparação com as demais empresas avaliadas com o Rating Nacional de Longo Prazo 'AAA(bra)'.

PRINCIPAIS PREMISSAS

As principais premissas do cenário-base da Fitch para a CPFL Energia incluem:

•Crescimento médio do consumo de energia elétrica nas áreas de concessão das distribuidoras do grupo de 2,5%, de 2019 a 2022; •97% da energia assegurada do segmento de geração vendidos com preço médio de BRL233/MWh, de 2019 a 2022; •Investimentos médios anuais de BRL2,4 bilhões, de 2019 a 2022, no âmbito consolidado; •Ausência de novas aquisições e novos empreendimentos, além dos já em fase de construção; •Distribuição de dividendos equivalente a 25% do lucro líquido no âmbito da CPFL Energia.

SENSIBILIDADES DOS RATINGS

Desenvolvimentos que podem, individual ou coletivamente, levar a uma ação de rating negativa incluem: •Rebaixamento, em múltiplos graus, do IDR da SGID; e •Percepção, pela Fitch, de redução dos vínculos legais, estratégicos e operacionais entre a SGID e a CPFL Energia.

LIQUIDEZ

Elevada Flexibilidade Financeira: A Fitch acredita que o grupo CPFL possui elevada flexibilidade financeira, com amplo acesso ao mercado de capitais e a dívidas com bancos comerciais e de fomento. A expectativa de que a distribuição de dividendos seja mantida no patamar mínimo de 25% do lucro líquido anual — política adotada desde a entrada do grupo State Grid no controle da empresa — alivia as pressões por desembolsos de caixa. Em 31 de março de 2019, o caixa e as aplicações financeiras, de BRL3,4 bilhões, cobriam em 0,9 vez a dívida de curto prazo do grupo, de BRL3,6 bilhões — índice um pouco abaixo do apresentado pelos pares classificados com o mesmo rating.
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Para a Fitch, o vínculo com o grupo State Grid aumenta a flexibilidade financeira das subsidiárias brasileiras e reduz o risco de refinanciamento e o custo atual da dívida destas. A agência considera o fato de que este benefício ocorre apesar da redução de garantias dadas diretamente pelo controlador a dívidas do grupo no Brasil. Em 31 de março de 2019, da dívida total consolidada ajustada de BRL20,8 bilhões que incluía BRL932 milhões de dívidas fora do balanço referentes a garantias prestadas pelo grupo para empresas não consolidadas -, 2% eram garantidos pelo controlador, percentual que era de 14% ao final de março do ano anterior. Esta dívida era composta, principalmente, por debêntures (BRL8,9 bilhões) e linhas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES, BRL4,8 bilhões).

RELAÇÃO COMPLETA DAS AÇÕES DE RATING

A Fitch atribuiu o seguinte rating à CPFL Renováveis S.A. (CPFL Renováveis):

-- Rating Nacional de Longo Prazo 'AAA(bra)' à proposta de 9ª emissão de debêntures, da espécie quirografária, no montante de BRL838 milhões e com vencimento em 2023.

A Fitch avalia o grupo CPFL com os seguintes ratings:

CPFL Energia S.A.: -- Rating Nacional de Longo Prazo 'AAA(bra)'.

Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL Paulista): -- Rating Nacional de Longo Prazo 'AAA(bra)'; -- Rating Nacional de Longo Prazo da 8ª emissão de debêntures, da espécie quirografária, no montante de BRL700 milhões e com vencimento em 2027, 'AAA(bra)'.

Companhia Piratininga de Força e Luz (CPFL Piratininga): -- Rating Nacional de Longo Prazo 'AAA(bra)'; -- Rating Nacional de Longo Prazo da 6ª emissão de debêntures, da espécie quirografária, no montante de BRL110 milhões e com vencimento em 2019, 'AAA(bra)'; -- Rating Nacional de Longo Prazo da 8ª emissão de debêntures, da espécie quirografária, no montante de BRL306 milhões e com vencimento em 2024, 'AAA(bra)'.

Rio Grande Energia S.A. -- Rating Nacional de Longo Prazo da 8ª emissão de debêntures, da espécie quirografária, no montante de BRL380 milhões e com vencimento em 2024, 'AAA(bra)'.

RGE Sul Distribuidora de Energia S.A. (RGE Sul): -- Rating Nacional de Longo Prazo 'AAA(bra)'.

CPFL Geração de Energia S.A. (CPFL Geração): -- Rating Nacional de Longo Prazo 'AAA(bra)'.

CPFL Energias Renováveis S.A. (CPFL Renováveis): -- Rating Nacional de Longo Prazo 'AAA(bra)'; -- Rating Nacional de Longo Prazo da 7ª emissão de debêntures, da espécie quirografária, no montante de BRL250 milhões e com vencimento em 2022, 'AAA(bra)'.

A Perspectiva dos ratings corporativos é Estável.


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