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Petros eleva participação em renda variável 07/12/2009

Segundo maior fundo de pensão do país, com R$ 44 bilhões em patrimônio, a fundação Petros, dos funcionários da Petrobras, já traçou as linhas gerais de seu programa de investimentos para 2010. Pretende aumentar a participação dos ativos de renda variável em seu portfólio, dos atuais 30% para algo em torno de 40% a 45%. No setor imobiliário, a fundação quer ampliar, em médio prazo, de 2,5% para 4%, com foco em imóveis comerciais para aluguel, contou o presidente Wagner Pinheiro.

Atualmente, a Petros detém participação em 34 empreendimentos, que totalizam R$ 1,01 bilhão. Os imóveis comerciais representam 56% da carteira, dos quais 47% são imóveis locados à Petrobras.
Dos planos futuros, os projetos mais avançados são a construção de edifício comercial em Salvador (BA) e a negociação para compra de imóvel comercial de primeira linha situado no Centro do Rio de Janeiro.

Presente como acionista no bloco de controle de grupos empresariais gigantes, como Vale do Rio Doce, BRF - Brasil Foods, JBS Friboi, CPFL, ALL e Invepar, a Petros pretende manter estas posições e ao mesmo tempo avançar em grandes projetos de infraestrutura, principalmente energia.
"Gostaríamos de ampliar a participação na CPFL, é uma empresa que vai crescer, acreditamos no setor de energia", disse Pinheiro, em entrevista ao Valor. Via CPFL ou mesmo diretamente, a fundação poderá entrar na composição de investimentos do consórcio que vem sendo formatado com CPFL, Neoenergia e Vale para disputar a usina hidrelétrica de Belo Monte.

Na Invepar (empresa controlada pelos fundos de pensão Previ, Petros, Funcef e a Construtora OAS), que opera as concessões da rodovia Raposo Tavares e do Metrô do Rio, o plano é aumentar a fatia de 20% para 25% do capital. "O setor de concessões rodoviárias vai continuar dando rentabilidade em longo prazo."

Além de energia, os gestores do fundo de pensão dos empregados da Petrobras analisam outros projetos de infraestrutura, como o do trem bala, eventos esportivos (Copa e Olimpíadas) e portos. A Petros já é sócia dos portos de São Francisco do Sul e Itapoá, ambos em Santa Catarina. Em Itapoá, o investimento foi viabilizado através da GP Logística, com a subscrição, em parceria com a Funcef - fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal - de uma emissão de CCB do porto, onde cada fundo investiu R$ 165 milhões.

Pinheiro diz que não tem nenhuma intenção em sair da Vale, onde a Petros tem participação minoritária de R$ 3,3 bilhões dentro da Litel, cerca de 7%. A Litel abriga ainda outros fundos, Previ, Funcef e FunCesp, na Valepar, holding que controla a mineradora. "Não achamos que a empresa (Vale) chegou ao ponto de venda ou que tenha atingido o máximo de distribuição de dividendos."
A Litel detém a maior participação dentro do bloco de controle na Valepar. O presidente da Petros garante que nunca foi contatado pelo empresário Eike Batista, que andou sondando os fundos e a Bradespar para entrar na Vale. E explica que a única condição em que a Petros poderia vir a sair da Vale seria se a Previ (que tem 85% do capital da Litel) aceitasse uma boa oferta por sua participação, que necessariamente seria estendida aos demais sócios Petros, Funcef e FunCesp. "Aí, sairíamos todos (os fundos) juntos."

Para o presidente da Petros, a governança da Litel é um problema, pois a gestão é da controladora Previ. "Não temos poder de decisão nenhum, somos muito pequenos e estamos presos a uma estrutura societária desenhada em 1997, que enfraquece a Petros e fortalece a Previ." Pinheiro defende que quem tem recursos aplicados na participação de uma empresa deve exercer seu direito. Para ele, fundo de pensão não pode ser apenas investidor financeiro. "Se tiver dinheiro colocado na empresa, tem também de exercer poder nesta empresa."

"Por que andar dizendo que fundo de pensão só pode ser investidor financeiro?", disse Pinheiro numa referência a recente artigo de Fernando Henrique Cardoso (publicado no jornal "O Estado de S. Paulo", em 1º de novembro). No texto, o ex-presidente critica o fato de que no Brasil os fundos não são apenas acionistas (vendedores e compradores de ações), mas gestores que participam dos blocos de controle ou dos conselhos das empresas privadas ou "privatizadas". No seu entender, o direito de capitalização do fundo de pensão nas empresas lhe dá o direito de exercer o poder econômico nelas. "Não temos que terceirizar o poder, se colocamos capital, somos capitalistas com direito de influir no destino do ativo."

Pinheiro afirmou ainda que não pretende rever a meta atuarial do plano de benefício definido (IPCA mais juros de 6% anuais), mesmo com a tendência atual de queda da taxa Selic. Ele explicou que isso é porque um terço do patrimônio está indexado a títulos federais de longo prazo (2023 a 2031), que pagam juros entre 9% e 11% anuais mais a correção monetária.

"Achamos que a rentabilidade dos investimentos no Brasil ainda vai ficar acima de 6% ao ano por um longo período." Neste contexto, afirma, há muitas oportunidades de investimentos para o fundo de pensão em papéis privados, como CRI, debêntures e projetos de infraestrutura, embora isso demande mais análise técnica.

"Com mais crescimento do país, puxado pelas obras de infraestrutura, crescimento do mercado de consumo, pré-sal, eventos esportivos, além de novos investimentos, esse conjunto de eventos que está ocorrendo vai trazer um ciclo virtuoso de desenvolvimento e boa rentabilidade para os investimentos."

A área de análise econômica da Petros está projetando um cenário de longo prazo com o PIB brasileiro crescendo a taxas acima de 4,5% em média ao ano, nos próximos 10 anos. "Isso vai gerar crescimento das empresas, aumento do mercado para as empresas no exterior e do crédito privado", calcula Wagner.

Imprimir o conteúdo Visualizar impressão Fonte: Valor Econômico - Vera Saavedra Durão e Janes Rocha
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